Olá! Meu nome é Joabe de Judá. Sejam bem-vindos ao meu blog. Neste texto abordarei os motivos que me levaram a criá-lo, seus princípios norteadores e algumas considerações.

Estamos vivendo um período decisivo para o país. Tivemos um primeiro turno das Eleições Gerais 2018 bastante conturbado e estamos nos encaminhando para um segundo turno mais acirrado ainda. O receio na mente de muitos brasileiros é “Como será o futuro breve da nação a partir do dia 1º de Janeiro de 2019?”. E não é à toa que isto tem acontecido, pois a quantidade de Fake News (Notícias Falsas) propagadas pela Mídia Mainstream (Grande Mídia) e nas Redes Sociais é gigantesca. O próprio termo “Fake News” tem sido muito utilizado pelo atual presidente dos Estados Unidos (Donald J. Trump) desde a campanha nas Eleições Presidenciais de 2016 devido à grande quantidade de desinformação que a mídia e sua adversária Hillary Clinton investiam contra ele.

Aliado a isto existe a falta de cuidado das pessoas em verificar a veracidade das informações recebidas nas redes sociais ou grupos de What’s App, por exemplo. Seus usuários compartilham vídeos, áudios e frases retiradas de contexto e, por falta de critério, acabam fazendo parte de uma rede de mentiras produzidas com a finalidade de prejudicar o processo eleitoral. E isto é lamentável, pois a estratégia do medo leva a decisões equivocadas e divide os cidadãos. Quem está se beneficiando com isto? É necessário tomar precauções para que não sejamos massa de manobra para atender a interesses contrários ao bem de cada indivíduo.

Há tanta gente neste país querendo dar palpite no assunto, quase sempre com ares de sapiência, e ninguém, ou praticamente ninguém, disposto a fazer o esforço necessário para dar alguma substância às suas palavras. (Olavo de Carvalho, filósofo).

No Brasil, a ignorância é sempre fonte de saber. Nunca pega num livro, acusa o outro de não ler. (Nando Moura, youtuber em participação especial no canal Mussoumano, também no Youtube).

Também muito do que se vê por aí é a tentativa de se colocar na conta do cristão e da sua religião a culpa pelo posicionamento tomado pela maioria dos fieis contra um suposto progresso no que tange a temas antagônicos aos princípios do cristianismo como aborto, ideologia de gênero, doutrinação ideológica nas escolas, legalização de drogas, desarmamento e combate à criminalidade, entre outros. Vale lembrar que os valores judaico-cristãos ajudaram a construir a nossa civilização e são justamente estes valores que tem sido sistematicamente atacados por aqueles que se dizem defensores do progresso. Mesmo assim os seguidores do Caminho são taxados de fundamentalistas, obscurantistas, retrógrados… e a lista não para por aí.

Por outras vezes alguns da fé acabam absorvendo este discurso sem notarem que estão militando partidariamente. Devo lembrar que Cristo só está do lado dEle mesmo (Mateus 12.30, Lucas 11.23). Ou seja, não devemos lançar nosso olhar sobre as Escrituras Sagradas com os óculos de qualquer uma das ideologias humanas, mas buscar saber o que o próprio Autor está transmitindo através do texto.

Sendo assim, o princípio norteador para este blog é abordar temas dentro da teologia, música, política e atualidades de maneira cristocêntrica, bíblica, com verdade e honestidade. Os temas a serem abordados aqui poderão ser expandidos com o tempo, mas sempre seguindo este princípio norteador. Haverá espaço para comentários em cada post e eles não serão restringidos, desde que cada um assuma a responsabilidade por aquilo que escrever.

Quero deixar claro ao leitor que não estou buscando tornar-me o guru intelectual e espiritual de ninguém, pois prezo pela sua independência de pensamento. Aos cristãos que vierem a acompanhar o blog eu incentivo que respeitem os seus líderes espirituais, pois o meu papel aqui é o de auxiliar o trabalho deles na edificação do corpo de Cristo e na propagação do Evangelho. Eu também estou debaixo de uma liderança espiritual e, se for necessário, certamente serei exortado para não me afastar dos padrões bíblicos. A ideia aqui é a de um movimento que vem de dentro da Igreja para fora das quatro paredes e não o contrário. Peço apenas o seu compromisso em assumir a mesma responsabilidade que eu como escritor deste blog e juntos vamos nos engajar nesta tarefa.

Provavelmente estarei monetizando este blog com algum tipo de atividade comercial, mas nada que venha ferir os preceitos bíblicos (1 Timóteo 5.18 e 1 Coríntios 9.1-14). Apesar de eu não ser um obreiro, estarei trabalhando duro na produção de conteúdo para este blog. Nada mais justo que receber recompensa material por isto. Não se preocupem que não estarei recebendo verba pública ou recursos de maneira ilícita, isto vai contra os princípios que sigo.

Caso goste do conteúdo e queira espalhar a mensagem, você encontrará ao final das publicações botões de compartilhamento nas redes sociais e aplicativos de mensagem. Você pode seguir o blog em suas redes sociais e receber atualizações assim que forem postadas aqui no blog. Na página de contato você poderá falar comigo para sugerir matérias para publicações no blog, criticar, solicitar informações ou dar o seu apoio.

Sem mais, encerro minhas palavras por aqui lembrando da imagem de título desta publicação. Temos um mar a atravessar, um barco que abarca a todos que se dispõem à travessia juntos como irmãos e um Capitão (Cristo) que nunca falha e nos dá todas as garantias de que chegaremos ao outro lado e receberemos a nossa recompensa. Como está escrito na imagem acima: “Welcome on board”, em português “Bem-vindo a bordo”.

770cookie-checkComo vim parar neste barco

Categorias: Boas-vindas

2 comentários

Roberta Kellen Borges de Oliveira · 13/10/2018 às 09:21

Muito esclarecedora esta reflexão. Muito triste a configuração que se apresenta o cenário político, principalmente no que tange as eleições de 2018. Percebemos claramente a utilização da palavra de Deus para desagregar, desunir a nação, em que o ódio, a raiva e a falta de respeito e tolerância imperam, agravadas pelas fack news. Tudo isso ao contrário aos princípios bíblicos, de Deus que prega o amor ao próximo, o respeito e a união dos povos. O que nos cabe é ficarmos atentos e investigarmos as informações que chegam até nós, se realmente são verídicas, e termos o cuidado de não compartilhar mentiras, e como consequência cultivar a cultura do ódio. Como afirma monja Coen ” Quase todo o mal do mundo, quase toda a cultura de guerra, de violência, de racismo, de misoginia é feita em nome do bem, um exemplo tipico os nazistas. Nós podemos compreender que existam pessoas que façam discriminação de gênero, racial, religiosa, culturas e hábitos regionais. Podemos compreender, mas não permitir que se manifeste, que se alastre.
“A cultura de paz já está na maioria dos textos; ela ainda não está é na maiorias dos corações” ( Karnal).

Jacyelle · 31/10/2018 às 18:31

Massa professor. Muito sucesso nessa nova caminhada!!!

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