De forma introdutória quero que você saiba que faço minha leitura do mundo sob a óptica do que considero ser como cosmovisão cristã, ou seja, busco nas páginas das Sagradas Escrituras aquilo que O Altíssimo diz que é a verdade. Nesse momento de pandemia e quarentena é sabido que, sempre quando consigo tempo, produzo conteúdo que possa clarear o entendimento das pessoas através desde site e das minhas redes sociais (a saber Facebook e Twitter). Tenho buscado diligentemente compreender a situação apesar de saber da minha finitude, mas sabendo que as respostas finais para todas estas questões encontram-se em Deus. Ele é um abrigo seguro e uma rocha forte que nos ajudará a vencer essa crise.

Como cristão creio na Bíblia como fonte primária de conhecimento que vai se especializando nas diversas áreas do conhecimento humano. Entendo que a ciência de verdade dá suporte ao que encontra-se descrito no Livro Sagrado. Não significa que eu não busque fontes que se oponham à cosmovisão cristã. Levo as duas visões ao combate e sempre vejo Deus ganhar. Nas vezes que “aparentemente” a derrota tomou conta da arena, é porque não houve conhecimento humano produzido suficiente no momento. Basta dar tempo que O Rei dos reis e Senhor dos senhores triunfa mais uma vez.

Muitos não se arriscam a falar ou, quem sabe, nem chegou à mente de muitos cristãos o que vou falar, mas a questão sobre ficarmos trancafiados em nossos lares e ficarmos distantes uns dos outros (isolamento social) é contrária à Palavra de Deus. Como disse acima, vou falar apenas de maneira introdutória para que o leitor seja instigado ao questionamento e busca das respostas.

Em Levítico 13 e 14 está descrita a lei ritual e sanitária para doenças contagiosas. Somente os doentes eram submetidos a isolamento social. As outras pessoas continuavam suas vidas normalmente. Isto me soa como duas vozes discordantes sobre o assunto: De um lado a Palavra de Deus, do outro a palavra da suposta Ciência verdadeira.

O professor Olavo de Carvalho, apesar da comicidade, escreveu algo em sua conta oficial no Twitter que as pessoas, principalmente profissionais de saúde e líderes políticos, devem levar em consideração quando o assunto é proteção por máscara facial que reproduzo abaixo:

Tweet do professor Olavo de Carvalho

O distanciamento social e o uso de máscara são dois de alguns tópicos abordados neste texto abaixo que traduzi do site Technocracy News com a devida permissão. Você também poderá acessar o artigo original no site a seguir:

https://technocracy.news/the-miserable-pseudo-science-behind-face-masks-social-distancing-and-contact-tracing/

Duas observações devem ser lidas antes de iniciar a leitura do artigo e encontram-se logo abaixo. Boa leitura!

Para maior clareza e exatidão, o tópico Uma Questão de Oxigênio foi removida e substituída pela seção A Respiração é Vital para a Vida.⁃ Editor do Technocracy News

* Para esclarecimento do leitor o tópico Uma Questão de Oxigênio é um fragmento do texto original que não está mais disponível no site Technocracy News. Encontrei esse trecho no site California Globe que havia copiado antes de ser substituído pelo tópico “A Respiração é Vital para a Vida”, do autor original. Considerei o texto anterior importante, por isso, adicionei a esta matéria no mesmo local onde estava originalmente. Este excerto encontra-se entre colchetes e o leitor também poderá pular a leitura quando chegar nesta parte, mas recomendo fortemente que a sua leitura.


Uma vez havia algo chamado ciência. Ela incluía a descoberta da verdade sobre a natureza, os elementos, o universo, etc. Era praticada por profissionais honestos e responsáveis chamados cientistas e engenheiros. Muitas vezes, eles inventavam coisas novas legais como resultado de seus estudos, mas, geralmente, não tinham o desejo primordial de usar seus conhecimentos para dominar outras pessoas, grupos ou mesmo sociedades inteiras.

Então, certos cientistas e engenheiros se levantaram e fizeram uma descoberta por conta própria. Se a verdadeira ciência estivesse bem levemente distorcida e as disciplinas de engenharia fossem aplicadas à sociedade à vontade, eles poderiam de fato usar seu “conhecimento” para dominar e controlar outras pessoas, grupos, sociedades inteiras ou até mesmo, que Deus nos livre, todo o planeta.

O primeiro grupo seguiu a ciência. O segundo grupo seguiu a pseudociência.

Merriam-Webster [dicionário tradicional da língua inglesa] define pseudociência como “um sistema de teorias, suposições e métodos erroneamente considerados como científicos”. O dicionário Oxford esclarece afirmando que é: “um conjunto de crenças ou práticas erroneamente consideradas como sendo baseadas no método científico.

A pseudociência emergiu rapidamente como o principal domínio dos Tecnocratas, mas eles logo descobriram que o debate científico com aqueles que promoviam a ciência de verdade era o principal inconveniente para seus objetivos de engenharia social. A solução foi simples: afirmar que a sua própria pseudociência era de fato a ciência verdadeira e depois recusar o debate excluindo todas as outras vozes contrárias.

No contexto da pseudociência, este relatório examinará as três principais ferramentas de combate ao COVID-19: máscaras faciais, distanciamento social e rastreamento de contatos.

Máscaras Faciais

O site da Occupational Safety and Health Administration (OSHA [ Administração de Segurança e Saúde Ocupacional – agência do Departamento de Trabalho dos EUA]) afirma claramente que as máscaras faciais de pano “Não protegerão o usuário contra agentes infecciosos transmissíveis pelo ar devido à folga e falta de vedação ou filtragem inadequada”.

Mas, e as máscaras cirúrgicas? A OSHA também esclarece aqui que também elas “Não protegerão o usuário contra agentes infecciosos transmissíveis pelo ar devido à folga e falta de vedação ou filtragem inadequada”.

Mas, logo abaixo dessas declarações, a OSHA recuou veementemente ao adicionar uma seção de FAQ [Perguntas Frequentes] sobre o COVID-19 diretamente abaixo e afirmou:

A OSHA geralmente recomenda que os empregadores incentivem os trabalhadores a usarem coberturas faciais no trabalho. As coberturas faciais visam impedir que os portadores da Doença do Coronavírus 2019 (COVID-19) sem saber (ou seja, aqueles que são assintomáticos ou pré-sintomáticos) espalhem gotículas respiratórias potencialmente contagiosas para outras pessoas. Isso é conhecido como controle de origem.

Conforme a recomendação do Center for Disease Control and Prevention(CDC) [Centro de Controle e Prevenção de Doenças – É uma agência americana de um órgão que funciona como uma secretaria dentro do que seria o correspondente ao Ministério da Saúde aqui no Brasil] para todas as pessoas usarem coberturas faciais de pano quando estiverem em público e próximo a outras pessoas, diz que deve-se manter o uso de coberturas faciais de pano e, de acordo com o ambiente de trabalho e tarefas de trabalho, manter outros tipos de equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras cirúrgicas, para estabelecimentos de saúde nos quais esse equipamento é mais necessário.

Então, usar uma máscara não pode te proteger de contrair COVID, mas supostamente é capaz de impedir que outras pessoas peguem de você? OSHA está falando pelos dois cantos da boca. O que ela chama de “controle de origem” provavelmente coloca em evidência o verdadeiro motivo ao conhecimento público: como você é a origem, trata-se de controlar VOCÊ. Não há uma justificativa científica sequer para ninguém usar máscaras, a não ser os doentes e os profissionais de saúde.

Os verdadeiramente saudáveis não têm nada que ficarem usando máscara, ponto final.

Mas, e os portadores assintomáticos?

Em 8 de junho de 2020, Maria Van Herkhove, PhD, Chefe da Unidade de Doenças Emergentes e Zoonoses da Organização Mundial da Saúde, liberou uma compilação da quantidade de programas de rastreamento de contatos de várias nações e declarou claramente: “A partir dos dados que temos, ainda parece ser muito raro que uma pessoa assintomática realmente transmita adiante para um indivíduo secundário”.

Este escritor nem gosta de pensar no que teria acontecido com a Dra. Herkhove durante a noite nas mãos de seus Senhores da OMS, porque no dia seguinte ela também recuou veementemente e declarou: “Eu usei a frase ‘muito raro’ e acho que é um mal-entendido afirmar que transmissão assintomática globalmente é muito rara. Eu estava me referindo a um pequeno subconjunto de estudos.

É claro que a primeira declaração da Dra. Herkhove que reproduziu ingenuamente os nítidos fatos do assunto não seguiu a justificativa da OMS para que pessoas não-contagiosas usassem máscaras. De fato, toda a narrativa de uso de máscara depende unicamente da ideia pseudocientífica de que pessoas assintomáticas podem transmitir o vírus.

Em um artigo recente do Technocracy News, de autoria do altamente respeitado neurocirurgião Dr. Russell Blaylock, intitulado Máscaras Faciais Apresentam Sérios Riscos para os Saudáveis, ele concluiu que “não há evidências suficientes de que o uso de uma máscara de qualquer tipo possa ter um impacto significativo na prevenção da propagação deste vírus”. (Blaylock representa a ciência de verdade.)

Todavia, diante de evidências claras da inutilidade das máscaras na prevenção de doenças,

  • Estados e municípios decretaram que máscaras sejam usadas por todos os cidadãos quando saírem de casa;
  • Grandes e pequenas empresas estão forçando seus funcionários a usarem máscaras; e
  • As pessoas em geral morrem de medo de não usar uma máscara pelo temor de ficarem doentes ou de serem constrangidas por outras pessoas se andarem sem elas.

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Uma Questão de Oxigênio

Máscaras diminuem a porcentagem de oxigênio disponível para inalação.

O ar fresco normal contém 20,95% de oxigênio. A OSHA define uma atmosfera deficiente em oxigênio como uma “atmosfera com um conteúdo de oxigênio abaixo de 19,5% em volume”. A razão pela qual respiramos o ar é apenas para que nossos pulmões coletem o oxigênio contido nele, de maneira que não ficamos sufocados e morreremos.

A OSHA documenta os efeitos do primeiro estágio de deficiência de oxigênio que vai de 16% a 19,5%:

Em concentrações de 16 a 19,5 por cento, os trabalhadores envolvidos em qualquer forma de esforço podem rapidamente tornarem-se sintomáticos, pois seus tecidos não conseguem obter o oxigênio necessário para funcionar adequadamente (Rom, W., Environmental and Occupational Medicine, 2ª ed.; Little, Brown; Boston, 1992). Frequências respiratórias aumentadas, batimentos cardíacos acelerados e pensamento ou coordenação prejudicados ocorrem mais rapidamente em um ambiente com deficiência de oxigênio. Mesmo uma perda momentânea de coordenação pode ser devastadora para um trabalhador se ela ocorre enquanto ele estiver executando uma atividade potencialmente perigosa, como subir uma escada.

Este escritor já encontrou vários funcionários de loja, forçados a usar uma máscara facial durante o horário de trabalho, que apresentam um ou mais desses exatos sintomas. Quando perguntados se eles relacionam seus sintomas ao uso da máscara, todos disseram enfaticamente que “Sim!”.

Todo empregador e entidade governamental que exige o uso de máscaras são obrigados a fazer duas coisas: primeiro, eles devem fornecer testes atmosféricos pra cada pessoa para medir os níveis médios de oxigênio dentro da máscara quando ela estiver sendo usada e, segundo, se o oxigênio estiver abaixo de 19,5%, elas [máscaras] devem ser fornecidas com um sistema respiratório enriquecido com oxigênio.

Até onde sabe este escritor, houve zero testes dos níveis de oxigênio em todo o país, embora seja nitidamente claro que muitas pessoas estão tendo sintomas de deficiência de oxigênio.

Muitos políticos de nível estadual estão agora decretando o uso de máscaras para todos os cidadãos em locais públicos. O fato de terem sido vítimas da pseudociência está agora colocando populações inteiras em risco de danos físicos que nada têm a ver com o vírus da COVID-19.

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A Respiração é Vital para a Vida

Muitas pessoas acreditam que as máscaras diminuem a porcentagem de oxigênio disponível para inalação porque você respira novamente grande parte do ar que expirou. No entanto, uma máscara por si só não retém uma quantidade significativa de sua respiração exalada, pois a maior parte dela é exalada atravessando a máscara para a atmosfera aberta. Além disso, quando você inspira, a maior parte do ar distribuído aos pulmões vem de fora da máscara.

A verdadeira ciência é muito mais complicada do que a quantidade de ar residual contida no interior de uma máscara

O verdadeiro problema com a respiração através de uma máscara é que os pulmões e os músculos do tórax devem exercer uma quantidade de energia extra para inspirar e expirar. Em outras palavras, você deve trabalhar mais pra respirar a mesma quantidade de ar fresco que normalmente respiraria sem uma máscara.

Por esse motivo, aqueles que já apresentam funções pulmonares comprometidas, por menores que sejam, nunca devem usar uma máscara a menos que seja para um propósito específico por um período de tempo muito curto. Quanto mais velho você for, especialmente aqueles acima de 70 anos, mais rapidamente perderá a capacidade pulmonar e a força muscular.

Este escritor já encontrou vários funcionários de loja de varejo, forçados por seus empregadores a usar uma máscara facial durante o horário de trabalho, que apresentam sintomas como dor de cabeça, falta de ar ou tontura. Quando perguntados se eles relacionam seus sintomas ao uso da máscara, todos disseram enfaticamente que “Sim!”.

Trabalhadores com os empregos mais exigentes fisicamente têm maior probabilidade de apresentarem esses tipos de sintomas. Outros fatores a levar em consideração são a idade, quaisquer condições preexistentes dos pulmões (como pleurisia, DPOC, bronquite crônica, pneumonia etc.) ou músculos do tórax e fatores como condicionamento físico ruim e obesidade. Na verdade, qualquer condição de saúde debilitante deve ser um sinal de alerta. Em outras palavras, aqueles que são propensos a terem falta de ar sem o uso da máscara estarão imediatamente em desvantagem ao usar uma máscara. O efeito consequente é que os pulmões recebem menos ar fresco com oxigênio vital, assim como quando o corpo está sob mais estresse físico.

Todo empregador e entidade governamental que exige o uso de máscaras devem ser obrigados a fazer duas coisas: primeiro, devem considerar cuidadosamente cada funcionário como um indivíduo para determinar sua própria adequação ao uso de máscara. Todos os fatores mencionados acima devem ser incluídos e, em qualquer caso, ninguém deve ser obrigado a usar máscara se isso estressar demasiadamente seus pulmões.

Muitos políticos de nível estadual estão agora decretando o uso de máscaras para todos os cidadãos em locais públicos. Eles foram vítimas da pseudociência e agora estão colocando populações inteiras em risco de danos físicos que nada têm a ver com o vírus da COVID-19.

Em resumo, força pulmonar, condição física, idade, condições preexistentes, exigências físicas do trabalho, etc., devem ser cuidadosamente consideradas por todos. Uma declaração genérica de que todos os funcionários ou todos os cidadãos devem usar máscara é totalmente inapropriada.

Distanciamento Social

Além do medo do contágio, as pessoas em todo o país são levadas a praticar o distanciamento social ou ficarem a 2 metros de distância o tempo todo. Isso é praticado em excesso em quase todos os estabelecimentos comerciais com marcações adesivadas ou pintadas no chão e os corredores das lojas convertidos em vias de mão única.

Apesar disso, dois cientistas de verdade da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, os professores Carl Heneghan e Tom Jefferson, escreveram recentemente no The Telegraph (Reino Unido) que “a regra de dois metros não tem base na ciência”. O artigo deles foi intitulado Não há evidência científica para apoiar a desastrosa regra de dois metros.

De acordo com esses cientistas,

A influente revisão da [Revista] Lancet forneceu evidência de 172 estudos em apoio ao distanciamento físico de um metro ou mais. Isso pode parecer impressionante, mas todos os estudos foram retrospectivos e sofrem de vieses que põem em dúvida a confiabilidade de suas descobertas. O viés de recordação surge na pesquisa quando os participantes não se lembram dos eventos anteriores com exatidão, e isso é problemático quando os estudos olham pra trás no tempo em como as pessoas se comportaram, incluindo o quão próximas ficavam umas das outras.

O mais preocupante foi que apenas cinco dos 172 estudos relataram especificamente sobre a exposição à Covid e proximidade com contaminação. Esses estudos incluíram um total de meros 477 pacientes, com apenas 26 casos reais de contaminação. Em apenas um estudo uma medida específica de distância foi relatada: “por volta de dois metros do paciente indicado”. O resultado mostrou que não há relação de efeito da distância no contágio da Covid.

Heneghan e Jefferson mais adiante apontaram,

Numa inspeção independente adicional de 15 estudos incluídos na revisão, foram encontradas múltiplas inconsistências de dados, erros numéricos e métodos duvidosos em 13 deles. Quando foram feitas suposições relacionadas ao distanciamento, não foi possível replicar nenhuma delas.

Esta é a marca registrada da pseudociência moderna: inconsistências de dados, erros numéricos, métodos duvidosos e incapacidade de replicar resultados.

Qual é o verdadeiro propósito do distanciamento social? Certamente não é para restringir o contágio. A única outra possibilidade é restringir a atividade econômica e impedir a coesão social. Afinal, humanos são seres sociais e a falta de proximidade leva à depressão, ansiedade e até graves consequências para a saúde.

Rastreamento de Contatos

O rastreamento de contatos é uma prática estabelecida na medicina moderna. Ele é útil para os estágios iniciais de doenças contagiosas graves, como Ebola, tuberculose e doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia.

Todo especialista de confiança em rastreamento de contatos diz que é eficaz apenas até o ponto da distribuição em massa. Em outras palavras, durante os estágios iniciais de um contágio ou de uma doença muito lenta ou muito grave.

No caso da COVID-19, o cavalo já escapou do estábulo. Exceto para assediar as pessoas, não há nada útil que o rastreamento de contatos possa realizar.

Ainda assim, quase todos os estados da América estão implementando um programa de rastreamento de contatos de amplo alcance que pode empregar cerca de 300.000 profissionais rastreadores.

O site do Center for Disease Control [CDC citado acima] afirma queo rastreamento de contatos será dirigido a contatos próximos (qualquer indivíduo a menos de dois metros de uma pessoa infectada por pelo menos 15 minutos) de confirmados por laboratório oude prováveis pacientes de COVID-19”.

Além disso, a definição completa do CDC de “contato próximo” é,

Alguém que ficou a menos de 2 metros de uma pessoa infectada por pelo menos 15 minutos a partir de 2 dias antes do início da doença (ou, para pacientes assintomáticos, 2 dias anteriores à coleta da amostra) até o momento em que o paciente for isolado.

Se você for “exposto” a essa pessoa, suas informações pessoais serão coletadas e você será contatado pelo “rastreador” para receber instruções para ser colocado em quarentena por até duas semanas. A pessoa infectada poderia estar enganada sobre ter tido contato com você. Eles poderiam ser alguém que só quer lhe causar problemas. Se você mora no estado de Washington, onde agora todos os restaurantes precisam registrar as informações de contato de todos os usuários, você pode não ter ideia de quem estava infectado, mas ficará de quarentena de qualquer jeito.

Agora, a declaração de “2 metros” do CDC acima nos leva de volta ao distanciamento social, onde acabamos de aprender que “não há relação de efeito da distância no contágioda COVID” em primeiro lugar.

Dessa forma, descobriu-se que o rastreamento de contatos erra o alvo em dois pontos principais: primeiro, o vírus está demasiadamente difundido por toda a população para tornar o rastreamento eficaz e, segundo, o critério de dois metros para definir um “contato” é falso.

Então, por que governadores, prefeitos e órgãos de saúde estão nessa crescente escalada para um exercício nacional de um indiscreto rastreamento de contatos? Novamente, seguindo um caminho da pseudociência, o resultado pretendido é o controle sobre as pessoas.

Conclusão

O público americano está sendo alimentado com uma dieta constante de pseudociência a fim de justificar o uso de máscaras faciais, distanciamento social e rastreamento de contatos. Mesmo assim, a ciência real aponta para a direção totalmente oposta.

Além disso, aqueles que tentam apresentar a ciência de verdade são envergonhados, ridicularizados e intimidados por terem tais pontos de vista de mentes limitadas.

Este é um nítido sinal de Tecnocratas trabalhando. Em vez disso, estes é que devem ser expostos, envergonhados e ridicularizados.

Em suma, essas políticas perigosas e destrutivas são projetadas para restringir a atividade econômica, quebrar a coesão social e controlar as pessoas. Além disso, eles se encaixam na declaração de missão original da Tecnocracia já em 1938:

A Tecnocracia é a ciência da engenharia social, a operação científica de todo o mecanismo social para produzir e distribuir bens e serviços para toda a população…

É altamente duvidoso que a maioria dos líderes estaduais e municipais compreendam a falta de ciência verdadeira e verificada por trás de suas ações e decretos. Todavia, eles estão implementando políticas que são destrutivas para o nosso sistema econômico, prejudiciais à nossa saúde pessoal e arruinador à liberdade pessoal.

Este escritor sugere que você imprima várias cópias deste relatório e distribuia a cada líder político, cada estabelecimento comercial, toda a família e amigos, etc.


É concedida permissão para repostar ou reimprimir este artigo com o crédito original e link direto para Technocracy.news. Uma versão em PDF atualizada própria para impressão pode ser baixada aqui.

Patrick Wood

Sobre o Autor

Patrick Wood é editor do Technocracy News & Trends, e um especialista líder e crítico sobre Desenvolvimento Sustentável, Economia Verde, Agenda 21, Agenda 2030 e Tecnocracia histórica.

Ele é o autor de Technocracy: The Hard Road to World Order (2018) [Tecnocracia: A Dura Estrada para a Ordem Mundial], Technocracy Rising: The Trojan Horse of Global Transformation (2015) [A Ascensão da Tecnocracia: O Cavalo de Troia da Transformação Global] e co-autor de Trilaterals Over Washington [Trilaterais Dominando Washington], Volumes I e II (1978-1980) com o falecido Professor Antony C. Sutton.

Wood continua um especialista líder sobre a elitista Comissão Trilateral, suas políticas e realizações na criação de sua autoproclamada “Nova Ordem Econômica Internacional”, que é a essência do Desenvolvimento Sustentável e da Tecnocracia em escala global.

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